7 dicas para usar (e amar) pantacourt 

Por qual motivo esse blog não tinha um mísero post sobre pantacourt, Flavia Francellino? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Hello, pípo amada! kkkk

Bora começar nosso papo esperto sobre pantacourt feat Flavinha? haha

Mas antes, quero dedicar esse humilde post para minha amiga Rafaela Dias. Se ela não comprar uma pantacourt depois desse post, eu mesma foi comprar pra ela, kkkkkkkkkkkkk

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Curiosidades sobre o Grand Central, em Nova York (#7dicas)

Olá, pípo!

Separei um sábado, na minha última estadia longa na minha queridíssima e muito amada, Nova York (puxo o saco mesmo, hahaha), para perambular. Nesse meu sábado digníssimo, resolvi me aventurar e bater perna por dois lugares que posso julgar como icônicos da Grande Maçã. Comecei pelo Grand Central e dei um pulo ao Eataly, local maravilhoso que falarei mais em outro post.

Sobre o Grand Central, há muitas ‘interessâncias’ por ali, viu! Por isso, decidi listar e comentar pra ocês 🙂 Podem acrescentar o lugar na lista de passeios ‘free’ que o negócio é garantido, haha 🙂

Para não perder o costume, listei 7 curiosidades do local.

Vamos começar?

grand_central_terminal_clock (1)

Foto: Reprodução Grand Central Terminal clock by cgc76 (https://www.flickr.com/photos/cgc76/)

  1. É a maior estação de trem do mundo

Segundo consta nos altos, o danado conta com 44 plataformas e 67 trilhos de ferro em dois níveis diferentes, o que faz dele a maior estação de trem em número de plataforma. Estima-se que, diariamente, cerca de 750.000 pessoas circulam pelo o terminal, mas o número pode atingir a 1.000.000 durante o período de férias. Mas, apesar do título, nenhum trem corre por ali.

  1. Achados e perdidos

O lugar abriga um dos maiores achados e perdidos do mundo. Para se ter uma ideia, cerca de 50.000 itens circulam por lá, todo ano.

  1. Decoração

Do lado de fora, encontra a escultura ‘Transportation’ e, com ela, o maior relógio de vidro da Tiffany do mundo. Mas o quer for ver no lado de dentro não deixará por menos. Além de se deparar com um relógio avaliado na bagatela de 10 milhões de dólares, entre olhando para teto e admire a pintura do céu estrelado. As luminárias completam a decoração impecável.

  1. Whispering Gallery

Graças a arquitetura da cúpula, a ‘galeria do sussuro’ permite que alguém sussurre em um dos lados do arco e seja ouvida por outra pessoa do outro lado, há mais ou menos 15 metros de distância. O som é propagado pelo teto.

  1. Wifi grátis, Apple Store e outras lojinhas

Sim, eu disse wifi grátis, pípo! kkkkkkkkkkkkkk. Isso porque, pra variar, a Apple ostenta uma loja (aberta) em parte do mezanino local. Se quiser comprar um tablet ou trocar seu Iphone, saiba que essa loja é bem menos disputada do que a da 5ª avenida.

Quanto às ‘outras lojinhas’, pode fazer compras na Banana Republic ou na MAC, se preferir. Opções por ali é que não faltam.

  1. Comidinhas

Na parte inferior do terminal, tem um paraíso com as opções de comida que preferir. Você encontra desde frutas e peixes frescos ao que sua imaginação lhe permitir. Particularmente, quando estou por lá, não saio de perto da Zaro’s Bakery, padaria que virou minha queridinha em Nova York (sim, já tem post fresquinho sobre a dita cuja). Mas, se quiser bater cartão na tradicional Magnolia Bakery, tem uma unidade por ali também.

Já os maníacos por café poderão sobreviver e se alegrar no Starbucks. E quem quer provar um genuíno chocolate belga, pode dar uma passadinha na Neuhaus Belgian Chocolat.

Shake Shack? Se bater vontade de comer aquele hambúrguer delicioso com batata frita onduladinha tem por ali também (sim, farei um post só dele).

  1. Tour

Se quiser saber mais, pode optar por um tour no Grand Central Terminal. Com duração aproximada de 1h15, começa todos os dias a partir das 09h. O valor do ingresso é de US$9 por adulto.

 

Como chegar

Pelas linhas 4, 5, 6, 7 e S. Desça na estação Grand Central Terminal.

A entrada principal fica na 89 E 42nd St.

 

Informações

Aberto diariamente das 5h30 às 02h.

Fechado durante o Natal, Ano Novo, domingo de Páscoa, Memorial Day, Independência (4 de Julho), Dia do trabalho e Thanksgiving (Dia de Ação de Graças).

Para mais informações, acesse ao site

 

P.s.: Farei outro post com dicas específicas do Grand Terminal em breve 🙂

Como escolher um bom assento no avião (#7dicas)

Pípo, hello! Vamos a mais um #7dicas?

Estava eu sabiamente tentando decifrar – e encontrar – uma bom lugar para a minha pessoa se acomodar e curtir o voo em minha próxima trip (menos de quatro semanas, conto mesmo 🙂 quando decidi escrever esse singelo post 🙂

Eu, que já experimentei de tudo um pouco: já viajei no fundo, na frente, na poltrona do meio (quase dormi na pessoa que estava do meu lado, haha), próximo ao corredor, na janelinha, no lado direito (meu favorito), no esquerdo, na econômica, na executiva (saudades) resolvi relembrar as experiências anteriores e (por que não) deixar aqui algumas diquinhas pra vocês 🙂

Arrisco dizer que o mundo dos viajantes possa ser dividido em dois grupos: os que gostam de sentar no janelinha e os que gostam de sentar no corredor (no meio ninguém gosta, né? alguém?), buuut, ainda assim, escolher entre as duas opções pode não ser bom o suficiente. Deixa eu explicar. Se você é uma pessoa que precisa de mais espaço, que sofre com inchaço, enjoo, com o ar condicionado, etc, sabia que tem um lugarzinho mais recomendado pra você? Pois é.

Antes de dar start no assunto, li essa matéria do UOL e achei bem interessante. Cliquem aqui para ver completa. Segue um trechinho:

‘Nossa pesquisa mostrou que a parte dianteira do lado esquerdo do avião é a mais procurada, possivelmente por proporcionar uma melhor escolha das refeições e por estar menos suscetível ao ruído do motor, além de permitir um desembarque mais rápido”, explica Mateus Rocha, Diretor Geral da Skyscanner no Brasil. “Curiosamente, alguns passageiros preferem a poltrona do meio próxima das asas, onde tendem a sentir menos a turbulência. A janela é mais escolhida por aqueles que querem dormir, principalmente em viagens longas, enquanto os que vão mais vezes ao toilet dão preferência ao corredor para evitar incomodar os outros passageiros”. Os internautas também votaram nos lugares mais odiados do avião: a poltrona 31E, localizada na parte traseira da aeronave, foi a mais rejeitada. E apenas 1% dos respondentes disseram gostar de se sentar nos assentos do meio durante uma viagem aérea.’

Acho que uma das partes mais gostosas de comprar uma passagem aérea (visualizem o emoji de corações no olhos. essa sou eu agora, haha) é escolher onde vai sentar. Por questão de praticidade e conforto (a não ser que vá embarcar na primeira classe ou na executiva, que é outro nipe 🙂 )

Não sei vocês, mas voar para mim é relaxar. Gosto de aproveitar o serviço de bordo, comer, comer e comer e comer de novo, ouvir uma boa música, abusar da paciência da aeromoça, colecionar fones de ouvidos (sempre peço), me enrolar no cobertozin que eles distribuem e que não esquentam quase nada, assistir um filmezin…haha, sou dessas. Paguei, vou usar 🙂

Bem, pontuei as dicas de acordo com necessidade/exigência/urgência de cada um.

Como nosso objetivo do #7dicas é ser mais objetivo, caso queiram algo mais detalhado, me deixem saber pelos comentários, right?

Espero que ajude de alguma forma!

Te vejo aqui ou no próximo voo 🙂

  • Se quer conforto e vai voar na classe econômica: as primeiras fileiras costumam ter poltronas mais espaçosas e confortáveis. Obviamente são opções bem concorridas e leva quem chegar primeiro. Mas tem um porém: algumas companhias (como American Airlines) cobram a mais por isso 😦 ;
  • Se sofre com inchaço. As primeiras poltronas, assim como a região das saídas de emergência, costumam ser mais espaçosas – o que vai ser bom pra você. Vale também ficar na poltrona do corredor – o que facilita levantar e dar aquela andadinha para ativar a circulação;
  • De turbulência ninguém gosta, né? Se sentar poltronas na região das asas, sentirá menos o balanço do avião. Quem sente muito enjoo pode optar em sentar por aqui também. Ah, vale avisar: nos dois casos, evitem a região do fundo porque é onde mais se sente;
  • Se não quer se sentir um pinguim decolando para o Polo Norte, o jeito é optar por sentar mais no fundão. Por lá, a sensação de frio é bem menor, já que a circulação de ar migra da frente para o fundo do avião. Outra dica é evitar as proximidades das saídas de emergência;
  • Barulho é algo que principalmente quem não consegue cair no sono fácil (que não é o meu caso). O jeito é evitar o fundo, já que lá tem movimentação maior (tem banheiro e tem cozinha). As primeiras fileiras, embora ofereçam mais conforto, também podem ser um problema, já que a maioria das mães com crianças de colo costumam ficar por ali (aqui vai um dica extra, pípo: crianças não podem sentar na área das saídas de emergência. se tiver um voo marcado para, sei lá, Flórida – sério, nunca vi tanta criança em um voo – sente por aqui, kkkkkkkkkkkkkkkkk);
  • As fileiras do fundo e em frente a saída de emergência reclinam menos (ou não reclinam, dependendo da companhia). Se isso te incomoda profundamente, então, já sabe;
  • De qualquer forma, fica a dica. Se joga no mapa da mina, o site Seat Guru, do Tripadvisor. O site mostra o mapa do avião usado pelas companhias aéreas. O mapa indica por cores os melhores e piores lugares, com as devidas pontuações. Ele detalha, por exemplo, quando o lugar tem mais espaço para as pernas, se é um lugar de muito movimento, etc. Temos o Skytrax também. Vale consultar também esse guia multimídia mara, disponibilizado pela Abril.

Aqui vai mais um plus, vale? (vale sim, porque o blog é meu, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk).

Você pode tentar bancar o espertinho quando for marcar o seu assento 🙂  Por exemplo, você quer sentar no corredor. Então, procure marcar assento na fileira de quem já reservou a janelinha, por exemplo. A maioria dos seres humanos detestam viajar no meio – só vão realmente sentar ali se não tiver outra opção. Se aquele assento não for vendido, terá a poltrona do seu lado free 🙂

 

7 dicas sobre: como encontrar passagens aéreas em conta

Olá, pípo!

Com toda correria, queremos ter informação cada vez mais rápida, concordam?

Pensando nisso, criei a tag #7dicas para trazer a vocês o que eu acho imprescindível sobre diversos assuntos, desde lugares, viagens, comidinhas, moda, beleza, etc. Claro, reflexões mais longas (do jeito que eu gosto) ainda darão às caras por aqui, mas essas dicas rapidinhas, penso eu, serão ‘uma mão na roda.’

Então, vamos lá?

Muita gente me pergunta como faço para achar passagens aéreas em conta (aka baratas, pechinchadass, com valor very good que cabem no bolso e que não comprometam todo o limite do  cartão, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk).

Bem, no meu caso, faço algumas viagens específicas em agência de viagens  (alô, Big Travel); já outras idealizo e faço na cara e na coragem mesmo (sou dessas).

Por isso, aprendi alguns macetes que sempre me ajudam no momento de comprar uma passagem.

Preparados para dar print? kkkkkkkkkkk

 

  • Atenção quanto aos dias e horários da procura. É comprovado que alguns dias e horários específicos influenciam – e muito- o valor das passagens aéreas. Há especulações de que, a depender da audiência e da procura, as companhias aéreas valorizam o valor da passagem. Por isso, não se limite ao valor encontrado em um dia só – muito menos em um único horário. Há quem acredite que terça-feira seja o dia de ‘sorte’ para encontrar a tão aguardada oferta aérea. Já outras pesquisas, como a realizada recentemente pelo site Expedia e a Airlines Reporting, elegem os finais de semana para achar pechinchas aéreas. O relatório anual ‘Preparing for takeoff: Air travel outlook for 2016‘ { Preparando-se para decolar: uma visão das viagens de avião para 2016} realizado pela própria empresa levou em consideração dados de 2015. Ainda de acordo com a pesquisa, terça-feira costuma ficar em segundo lugar nos preços mais em conta. Embora muitos pensem  que comprar a passagem muito tempo antes seja o ideal para sentir menos no bolso, é com 21 dias e antecedência que os valores parecem estar mais atrativos. Para maiores detalhes, você pode acessar um site de viagem que eu super recomendo, o Roadtrio;

 

  • Compare os preços entre as companhias. Vários sites, como a Submarino Viagens, Decolar.com, Viajanet e Expedia reúnem as cotações oferecidas por várias companhias em um só lugar. Inclua na lista o Google nosso de cada dia (Google Flight)- muito bom, por sinal. Se atente ao valor e horários oferecidos – normalmente voos com conexões costumam sair mais em conta, como falarei no próximo tópico;

 

  • Rotas alternativas e voos com  conexões costumam ter valores mais atrativos – mas não é necessariamente uma via de regra. Se o bolso dói menos, no entanto, pode ser uma opção mais desgastante. Por vezes, uma viagem de 8hs pode durar o dobro – e até mais – só pelo fato de ter fazer troca ou aguardar o horário do próximo voo. Se precisar escolher essa opção, recomendo que tenha tempo disponível – e bastante calma. Mas, como disse – e repito – o fato de voos com conexão serem mais baratos é uma tendência – e não  via de regra. Já vi conexões com valores beeeem mais caros que um voo direto. Vale a pena ficar de olho também na saída e chegada no local de destino. Por exemplo, por vezes, partir de Viracopos, em Campinas, pode sair mais em conta do que sair de Guarulhos;

 

  • Limpar os cookies de seu computador pode ser uma boa. Há boatos de que companhias aéreas têm acesso as informações providas dos cookies, que entregam nossas buscas online. A lógica é a seguinte: pela procura (excessiva) e necessidade, as companhias aumentariam o valor da passagem. Se é coerente ou não, não há dados que comprovem. No entanto, por experiência de causa, já fiz buscas de computadores diferentes para o mesmo destino – e a diferença de valor foi absurda;

 

  • Tenha em mãos vários app. Baixe, no tablet ou smartphone, aplicativos específicos. Decolar.com, E.destinos, Skycanner, Kayak, Voopter e vários outros.  Eu, por exemplo, tenho o Momondo – e gosto bastante;

 

  • Siga vários perfis de viagens nas redes sociais. Passagens imperdíveis, por exemplo, publicam vários achados realmente bem em conta. Melhores destinos também. Claro, as datas costumam ser específicas e, normalmente, longe da alta temporada. É uma tendência, e não uma regra, e vale muito a pena ficar de olho. Graças a eles, já consegui uma passagem de 1600 dilmas (com taxas) para viajar para os States;

 

  • E não esqueçam de dar aquela atenção especial para as milhas. Seja de uma viagem anterior ou aquelas acumuladas no cartão de crédito, são uma mão na roda. Pode ser que não tenha milhas suficiente para realizar uma viagem, mas, às vezes, comprar as milhas restantes se torna mais vantajoso do que gastar com uma nova passagem aérea. Sei que este tema é bem específico. Mas, se quiserem, me contem na vida ou nos comentários se querem um post específico.

 

Então é isso, pípo. 

Agora é só se jogar e ficar de olho na próxima viagem 🙂