Resoluções para o guarda- roupa em 2016

Levanta a mãozinha quem já pensou em arremessar janela abaixo algumas peças do armário? o/ Com cabide e tudo, pra jogar com vontade? kkkkkkkk

Ou quem já ficou grilhada diante do armário entupido de roupas nos cabides e mesmo assim achando que não tinha nada de bom pra vestir?

Pois é, acontece nas melhores famílias, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

Estava lendo um post da Lu Ferreira, nome por detrás do Chata de Galocha (leia o que ela escreveu aqui), e mega me inspirei a escrever esse texto. As compras um tanto inúteis que fazemos que, no momento, parece fazer todo sentido pra vida e pro seu guarda- roupa estão ali, ocupando espaço no armário e não servindo pra nada.

E por isso acontece com mais frequência do que gostaríamos (não que gostemos disso, né)?

Bem, a maior parte das vezes, acontece por nosso impulso. O impulso de comprar, o impulso de aproveitar aquela promoção, de comprar o que não nos serve e aquilo que não fica legal para nós. Pode ter ficado bom naquela it girl que seguimos, pode ter ficado bom na maneira de como montaram o look na vitrine ou na arara mas na gente, não.

Claro, além das compras furadas erradas, não podemos ignorar o tédio com o que temos no guarda- roupa decorrente da mudança de gosto e estilo, o que acontece naturalmente. Aquele peça tão incrível de legal pode se tornar chata aos nossos olhos porque simplesmente mudamos.

 

  1. Se conhecendo

É legal entender as fases e as mudanças que acontece no seu guarda- roupa. Eu já disse em algum lugar daqui que eu quase cai pra trás quando percebi que meu estilo é 70% esportivo. Nunca na vida poderia ter uma sacada dessas, mas fazer Consultoria de Imagem e Estilo me ajudou. Foi o melhor que eu poderia ter feito na vida (obrigada, Marina, pelo apoio 🙂 ). Daí você entende meu amor por usar vestido com tênis, jeans com tênis e tênis com tênis. Pra mim, faz sentido investir um certo valor em um tênis legal, porque é uma das peças que eu mais uso e mas faz sentido no armário. Meu estilo também é criativo, então, invisto boa parte do meu tempo e dinheiro com peças que constroem esse universo. O mesmo com meu estilo contemporâneo. Alfaiataria, caimentos desde os mais clássicos aos mais diferenciados me agradam logo no primeiro olhar.

E, mesmo conhecedora de tudo isso, meu estilo ainda está em fase de transição – e lido com isso da melhor forma possível. Por exemplo, eu amava fazer combinações de estampa – tenho esse fraco ainda- mas estou numa fase muito maior de preferir looks minimalistas, com cartela de cor neutra. Quem quer me estudar? kkkkkkkkkkkkkkkkk. E quero trazer isso para o meu armário. Peças com caimento legal, clean e que possam abrir possibilidades para tantas outras combinações. E também peças ousadas, com recortes e que construam um look fora do normal (alô, maxicolete). Ao mesmo tempo que vivo essa fase, também não abro não de trazer estampas étnicas pro meu armário, que são super a minha cara.

Então, pra mim não faz sentido comprar uma peça ultra romântica, entendem? Embora eu tenha alguns dias nessa vibe – e tenha  certa porcentagem desse estilo – ele não é meu predominante. Entre uma blusa de babados extrapolando romantismo, vou preferir um jeans boyfriend dentro do armário 🙂

Se conhecer é fundamental. É a partir daí que as compras migram do campo de ‘legais’ para ‘acertadas’. Você sabe qual é seu tipo de corpo e escolhe peças que o valorizam; você sabe qual as cores que realçam o que você tem de melhor; você sabe qual é o seu estilo e pode brincar com eles.

Esse é o primeiro post de muitos outros que virão sobre o assunto (lembram que eu disse que daria uma mãozinha para ajudar a descobrir/reafirmar o seu estilo?). O próximo será ‘Primeiro Mandamento do Estilo’ que, sério, tá muito engraçado, kkkkkkkkk. Volte aqui ainda essa semana para ver – está programado e tudo 🙂

Então, não deixem de:

  • Dar uma conferida no snapchat (sério,  sou de lua, me dá a louca e posto o que vier na telha lá);
  • Dar uma seguida lá no Insta (onde postarei inspirações e meus ‘luquê du dia’, ou do ano passado, kkkk);
  • E o face do blog porque lá é o único lugar que eu posso escrever instantaneamente, kkkkkkkkkkkk; Tanto o snap quanto o insta, estou como flavfrancellino. O face, vocês já sabem, né :);
  • E os vídeos, Flavia? Se o negócio ficar movimentado, posso pensar no caso 🙂 – e, antes que me cobrem, sim, gravei vlogs em Nova Iorque (sendo dois nas farmácias, rá, alô maquiagem, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk).

Enfim, que 2016 nos traga um  guarda- roupa mais consciente.

 

 

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