7 Dicas e macetes pra viagem: CONSIDERAÇÕES GERAIS

Olá, pípou!

Como estão?

Pensei em escrever algumas diquinhas úteis ‘praquela’ trip tão planejada (ou não). E, como o assunto é extenso (e os meus textos também tendem a ser), para o bem de todos (!), vamos por partes.

ANTES DE IR

  1. PRIORIZE

Entre o maravilhoso Iphone 6 e uma passagem aérea, EU, prefiro comprar uma passagem aérea (entendedores entenderão). 

E, ainda podendo comprar os dois (o phone e a passagem porque sou ryyyca, #sqn), eu fico com a terceira possibilidade: comprar uma segunda passagem, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

Dou esse exemplo magnífico, primeiro, só para causar (!) e, segundo, por questões lógicas.

Viajar várias vezes no ano me faz pensar duas vezes antes de substituir meu Iphone 4 velinho e ausente da nossa querida amiga Siri (mas que ganhei com todo o carinho do mundo do meu querido irmão. Saudações aí na Austrália. Tô chegando).

2. PESQUISE

Prazer, eu sou a pessoa que assina revista especializada em viagem (por sinal, vale a pena correr pra banca e garantir a Viagem de Novembro. Mega me inspirei em uma matéria deles para esse post).

Ser curiosa deve fazer parte do pacote.

Conhecer desde as questões básicas do local de destino, cultura, curiosidades e opções não óbvias para pessoas que gostam de fugir do óbvio deveria ser pauta obrigatória.

Outra coisa legal (e gratuita) é ter vários aplicativos. Nem sei ao certo quantos tenho, mas pelo menos 2 ou 3 específicos sobre o destino, além de aplicativos de passagens áreas!

E, por falar na dita cuja…

3. PASSAGENS AÉREAS

Esse tópico voltará na PARTE II mais detalhado.

Mas, só para aguçar a curiosidade, NEM SEMPRE COMPRAR COM ANTECEDÊNCIA É BOM.

Experiência de causa.

Uma humilde passagem aérea para minha saudosa e amada New York estava na faixa dos R$ 4000 para a época natalina, há mais ou menos 2 meses. Eu estava quase entrando em depressão (sim, sou exagerada).

Enfim, em vez de comprar com tempo de sobra, deixei para comprar agora, na era louca das promoções. Nunca fui tão feliz, acreditem!

Mas, Flavia, qual o período ideal para comprar a passagem, então? Como saber quando a oportunidade bate na porta?

A resposta estará no próximo post 🙂

4. SENDO A LOUCA DO CÂMBIO

Pagar 4 dilmas para um mísero dólar não está sendo fácil. E, para não desidratar com com a cotação de uma vez, nada como chorar em parcelas, kkkkkkkkkkkk.

O que quero dizer que nem sempre é uma boa comprar dólares de uma vez só, e o mesmo vale para outras moedas fortes como a libra e o euro.

Por quê?

Porque pode ser que, no dia da compra, o valor da moeda esteja assustadoramente caro.

O segredo é, em vez de trocar tudo numa leva só, trocar aos poucos.

Costumo trocar um pouco a cada 10 ou 15 dias quando já sei a data da viagem. Assim, se perder para uma cotação mais baixa, não perderei muito. E, se estiver com um valor muito elevado na data da viagem, terei saído no lucro 🙂

NO DESTINO

4. UM MOSTRO CHAMADO ROAMING

Honestamente, não vale a pena se aventurar. É mais fácil comprar um chip local quando chegar no aeroporto a se assustar com a conta de celular quando chegar no Brasil.

Outro macete, é claro, desfrutar de uma palavra mágica chamada wi fi.

5. UM MOSTRO CHAMADO CARTÃO DE CRÉDITO

Bem, não tenho muita moral pra falar desse tópico porque não costumo levar credit card nas viagens.

E, antes de apedrejar, explico. 

Primeiro, não tenho hábito de usar nem no Brasil.

Segundo, com a flutuação nem um pouco agradável do câmbio, pode ser que a simples abertura da fatura provoque um leve infarto no seu lindo coração. Acontece que a cotação usada é aquele do dia do fechamento da fatura. Então, esteja prontos para surprise possíveis.

O conselho é: uso muito consciente do que está fazendo.

Outro conselho seria: compre aquilo que seus dólares, libras, euros, pesos e afins podem pagar. Mas isso vai de cada um.

6. PASSEIOS ‘GRÁTIS’

Há muitas atrações gratuitas em determinados dias e horários. Em NY, por exemplo, a entrada ao MoMa é free às sextas a partir das 16hs, se não me falha a memória. São mais de 20 obamas bem guardados no seu bolso.

Seja curioso e descubra o funcionamento das atrações locais.

7. PREFIRA BAIXA TEMPORADA

Hotéis mais em conta, passagens também. A matemática é mais grana no bolso.

Na impossibilidade, considere mais ainda todas as dicas acima 🙂

Mas, porém, entretanto, não obstante, outro fatos a considerar. Por exemplo, fevereiro é alta temporada para nós 🙂 Mas, em NY, não. Com a friaca batendo a, sei lá, – 10C, os mais corajosos são agraciados com hotéis mais em conta.

É chance de ficar, sei lá, divando no Hilton, no Trump ou o Astoria por dólares a  menos 🙂

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