Sobre Nova York

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Olá pessoas,

Bem, eu acho que eu desaprendi a escrever no blog, kkkkkk, depois de uma tempinho  distante. Tive férias merecidas depois de tantas surpresas que 2014 me trouxe e, honestamente, não poderia ter tido férias melhores. Não descansei absolutamente nada, conheci gente nova e colecionei experiências que dão postagens até o final de 2015, hahah.

Eu ainda me sinto distante, estou com dificuldades de retomar ao fuso horário atual e, às vezes, acordo como ainda estivesse por lá. É muito estranho. Talvez seja por tudo ter sido muto intenso. Talvez seja porque ainda sinto muita falta.

Quanto retomei e vi o metrô lotado, a cidade caótica e todo o clima anti- Nova York levei um choque de realidade (e tinha como não levar? kkkkk). Brincadeirinha! O motivo do baque foi outro ( mas esse também, haha), é que a ficha caiu para o fato que mais um ano se acaba, enquanto sei que ainda há muita coisa a ser vivida. Vocês se sentem assim também?

Estou um pouco introspectiva, um pouco pensativa e não me canso de olhar pra trás e me orgulhar do ano incrível que, de certa forma, construí até aqui. Não consigo lembrar das coisas terríveis ou inesperadas, sabe? Tudo fica tão insignificante e extremamente pequeno… Talvez dezembro exista pra isso, pra trazer esse choque de realidade, para nos fazer lembrar dos acertos e erros, pra nos dar direção e novo foco.

Bem, essa postagem tá muito Essenziale (lembram?), kkkkkk. Ainda estou devendo muita coisa, tem  esse tal de look do dia que me deixa louca e muitas pessoas me mandando mensagem perguntando se ainda estou em Nova York – não, mas adoraria, kkkkk.

Então vamos ao que interessa…

Eu já tinha onde ficar e ser bem acolhida, então procurei minha agente de viagens que arrasa e  pedi apenas uma noite em um hotel muito bem localizado em Midtown, há poucos metros de Times Square (e sim, da Quinta Avenida) e o melhor, em frente a Penn Station, que te leva a qualquer lugar (tipo, pra Boston).

Assim que desembarquei e sobrevivi a horas na fila da imigração, reuni minhas malas e perguntei pro tio como eu brincava de pegar o train ou o bus que levava para o centro da cidade. Na minha última ida à NYC, tinha um translato à minha espera, mas como já conheço a cidade, decidi colocar uma pitada de adrenalina e me aventurar 🙂

Depois de passar pelo portão de desembarque internacional, virei à direita e avistei a tia de colete verde (tenho uma mania de chamar as pessoas de tio/a, kkkkkkk) – já tinha lido que o pessoal que trabalha com esses ônibus específicos estariam assim. Um pouco antes, é possível ver um elevador que sinaliza a estação de train que leva a Manhattan. Me pareceu ser bem fácil, também. Ou seja, de ônibus, de train ou de táxi, possibilidades não faltariam.

Aaaah, então você pode perguntar: Por que então ela não foi de táxi? Olha, existem muitos amarelinhos à disposição e os preços não são impossíveis, mas levando em conta o trânsito imprevisível da cidade e que seria uma opção que me levaria pelo mesmo caminho e que Nova York sem aventura pra mim não seria nada, kkkkkk, optei pelo bus, que me custaram apenas 16 obamas. Eu ia pagar com money, mas na hora ela me pediu pagamento com cartão de crédito – única forma de pagamento que eles aceitam.

Um detalhe: nosso Travel Money, esses cartões de recarga internacional, sabe?, aqui no Brasil funciona na opção débito; lá nos States, é sempre crédito. Me lembro que logo na primeira loja que entrei o cartão não debitava o valor e depois do desespero – eu sabia que não tinha gastado tanto assim, kkkkkkk – me lembrei que estava errando na opção.

Outra vantagem de ter ido de bus foi que pude observar a paisagem, as casas de tijolinhos vermelhos, as árvores quase sem folhas e todas as folhas possíveis jogadas no chão. O céu tão azul disfarçava aquele frio de – 6 graus (!), e mesmo assim a cidade não deixa de ser bonita.

Olha, tive a oportunidade de conhecer os intermediários, primavera e outono (pretendo me aventurar nas estações intensas  logo em breve, kkkkk), e mesmo com o frio de lascar, a beleza da cidade ganha  disparada!

Manhattan me deve por dois dias. De lá, simplesmente atravessei a rua linda e bela com minhas malas e me mandei para o Brooklyn, kkkkkk. Tudo o que precisei fazer foi carregar meu “MetroCard” com o pacote ilimitado semanal, por apenas 30 obamas. Vale muito a pena, acredite! Não sei se todos sabem, mas tem 24 linhas de metro e míseras 468 estações (tá bom pra você?).

Pois é, meu povo, lá fora, o transporte público funciona. Eu sou uma pessoa que quase não me comunico, fiz amizade com metade do avião na volta, kkkkkkk, (#exagero). Pedi pra mudar de lugar e fui lá pro fundão, kkkkkkk, assim a gente papeia à vontade! A moça que estava do meu lado (primeira viagem) disse que em nenhum dia andou de metrô. Sei que transporte particular é mega confortável, mas não adianta, gente, NY se conhece à pé. Ela não sabia, por exemplo, que todos os restaurantes são classificados (sabe que lá essa coisa de vigilância sanitária é referência pra gente, da área de Nutrição). Enfim, são classificados por letras e todas são bem visíveis (vou falar disso mais adiante). Então você que assim como eu é meio ‘nojenta’ para escolher um lugar pra comer, isso é uma salvação e tanto. Não sabia o que era cada estação, que Fulton St leva para o Marco Zero E (o mais importante), para a Century 21, kkkkk. Qual estação (High St) te deixa na cara da Brooklyn Brigde (meu esconderijo em NY. Nesta minha passagem por lá, me perdi 3 vezes na estação, kkkkk. E todas as minhas ‘perdidas’ me levaram a lugares incríveis. Na verdade era o mesmo lugar – ponte do Brooklyn, mas em ângulos totalmente diferentes. Viram como é bom se perder um pouquinho!), e essas coisas básicas que só quem se aventura descobre…

Resumindo, vocês podem tirar duas lições dessa prosa toda: a primeira, é que foram muitas experiências e que, segundo, sou uma mulher de muita coragem, kkkkkkkk.

Acho que por hoje é só,

Até o próximo diário!

 

2 comentários em “Sobre Nova York

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